Com vitória mínima sobre o Novorizontino, Verdão leva vantagem para o jogo decisivo; treinador explica escolha por Sosa e gestão física do elenco
São Paulo – O Palmeiras saiu na frente na decisão do Paulistão ao vencer o Novorizontino por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena Crefisa Barueri. Mais do que o placar magro, o resultado foi tratado como estratégico por Abel Ferreira, que destacou o cumprimento do principal objetivo traçado antes da partida.
— Primeiro dizer que foram as duas melhores equipes que chegaram na final. Estavam previstas duas dificuldades: a do nosso adversário, pela forma como joga, e também termos um dia a menos de recuperação — avaliou o treinador.
Gestão física e escolha por Sosa
Uma das principais decisões de Abel foi deixar Vitor Roque no banco de reservas, optando por Sosa entre os titulares. O comandante explicou que a escolha foi motivada por questões físicas do camisa 9, ainda sentindo as pancadas sofridas no clássico anterior.
— Viram o Vitor Roque a sair a chorar? A diferença está em dois a três dias de recuperação. Com pouco tempo é sempre difícil. Se não jogou, é porque alguma coisa tinha — justificou.
Vantagem construída e alerta para a volta
Mesmo com o placar apertado, Abel valorizou o desempenho da equipe, especialmente na contenção das principais armas do adversário.
— Nosso adversário se organizou bem. Nas transições, estivemos bem ao não conceder espaços, onde são fortes. Na bola parada também fomos bem. O objetivo era ganhar vantagem aqui — destacou.
O Verdão agora joga por um empate no confronto decisivo, que será realizado no estádio Jorge Ismael de Biasi, casa do Novorizontino. Apesar da vantagem, o técnico pregou cautela.
— Criamos chances para ampliar, tivemos bola no poste e oportunidade com o Murilo. Agora é descansar e preparar a equipe. Sabemos da força do adversário em casa, mas também da nossa capacidade jogando fora — concluiu.


