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Militão sofre nova lesão, será operado e está fora da Copa; problema pressiona Ancelotti

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Zagueiro do Real Madrid tem complicação em cirurgia anterior e não reunirá condições para o Mundial; seleção brasileira perde peça-chave na defesa

O zagueiro Éder Militão, de 28 anos, está fora da próxima Copa do Mundo. De acordo com o jornalista espanhol Miguel Ángel Díaz, o defensor precisará passar por uma nova cirurgia após complicação na recuperação de uma lesão na coxa. Com isso, não haverá tempo hábil para que o jogador retorne aos gramados antes do torneio.
Segundo a publicação divulgada neste sábado (25), a cicatriz de um procedimento anterior no músculo da coxa se abriu, exigindo nova intervenção cirúrgica. A lesão original ocorreu em novembro do ano passado, durante partida contra o Celta de Vigo.

O Real Madrid havia informado, na última quinta-feira (23), que acompanhava a evolução clínica do atleta, sem detalhar a gravidade do quadro. Internamente, ainda havia expectativa de recuperação a tempo do Mundial — cenário agora descartado.

Histórico de lesões preocupa

A sequência de problemas físicos tem marcado os últimos anos da carreira de Militão. O defensor sofreu duas lesões graves recentes: rupturas do ligamento cruzado anterior — primeiro no joelho esquerdo, em 2023, e depois no direito, em 2024. Além disso, enfrentou problemas musculares recorrentes, incluindo lesões na coxa e no bíceps femoral.

As sucessivas interrupções impactaram diretamente sua presença tanto no clube quanto na seleção brasileira, reduzindo sua sequência de jogos e convocações.

Baixa abre lacuna na seleção

A ausência de Militão representa um duro golpe para o técnico Carlo Ancelotti, que vê perder um dos pilares de seu sistema defensivo. Versátil, o zagueiro também poderia atuar como lateral-direito, oferecendo alternativas táticas importantes.

Sem o defensor, Ancelotti ainda busca uma solução estável para o setor. Entre os nomes testados estão Wesley França, Vanderson e Yan Couto, além do experiente Danilo, que voltou a ser observado como opção.

A indefinição defensiva surge em um momento delicado e aumenta a pressão sobre a comissão técnica na montagem do elenco para a Copa.