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Bap elogia adaptação de Jardim no Flamengo e celebra “impacto fora de campo”

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Presidente rubro-negro destaca sintonia rápida do técnico português com o elenco e afirma que ambiente interno já reflete evolução sob novo comando

Rio de Janeiro – Entusiasmado com o início de trabalho de Leonardo Jardim, o presidente do Flamengo, Bap, fez elogios ao treinador português e destacou a rápida adaptação ao clube. Segundo o dirigente, a escolha pelo técnico já fazia parte de um monitoramento antigo da diretoria, que o acompanhava há anos antes da contratação.

“O Leonardo Jardim não é um nome novo no Flamengo. A gente faz scouting não só de jogador, mas de treinador, de árbitro, de VAR… O Jardim já estava no nosso radar há cinco anos. Ele era um dos nomes quando o Jorge Jesus foi embora. Mas tem que casar o momento do clube e do técnico”, afirmou Bap em entrevista ao “Mengocast”, da Flamengo TV.

O presidente ressaltou ainda a facilidade de integração do treinador ao dia a dia do elenco. “Com uma semana, parecia que ele estava aqui há seis meses. Ele tem um aspecto mais sério do que ele é no dia a dia, ele é uma pessoa doce e que gosta de gente. Ele gosta de lidar com gente, e algumas coisas ficam mais simples. Acho que o elenco abraçou ele pela capacidade e pela maneira como ele age com os atletas. Fora de campo, o Flamengo marcou três pontos”, completou.

Comparação com gestão anterior e participação ativa da diretoria

Bap também comentou a mudança de postura em relação ao comando anterior de Filipe Luís, destacando que uma das críticas internas era a relação do ex-treinador com o grupo de jogadores. Segundo ele, a atual gestão busca maior equilíbrio na condução do elenco.

Desde o ano passado, o dirigente afirma estar mais presente no dia a dia do futebol, participando de reuniões frequentes com a comissão técnica e o departamento de futebol.

“Eu tenho ido mais ao CT do que as pessoas imaginam, só que isso não é publicado. Mas já era com o Filipe, eu ia duas vezes por semana. A gente fazia duas reuniões por semana que continuo fazendo”, explicou.

Decisões coletivas, planejamento e bastidores do CT

Bap detalhou ainda o nível de envolvimento da diretoria em temas operacionais e de planejamento, que vão desde desempenho em campo até logística de viagens e uso do elenco.

“São dois jogos por semana, então a gente fala basicamente sobre o que deu certo, o que deu errado, o que temos para melhorar, onde tem que rever o planejamento, como tratamos a minutagem dos atletas… Entramos em questões de logística, data e horário para viajar, hotéis”, disse.

O presidente também fez questão de afirmar que não interfere diretamente nas escalações, mas acompanha de perto o conceito de trabalho da comissão técnica.

“Eu nunca perguntei ao técnico qual escalação ele vai colocar, mas procuro entender o conceito e comparar o que vejo no treino e o que acontece no jogo. Não fico circulando no CT, conversando com jogador”, concluiu.