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Flamengo avança em plano de ‘Avião Exclusivo’ e mira revolução na logística

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Clube negocia aeronave em regime de exclusividade para reduzir desgaste e ganhar autonomia total nas viagens

O Flamengo está em negociações para o aluguel de uma aeronave que ficaria integralmente à disposição do clube. A ideia é fechar um contrato de três a quatro anos, com previsão de início após a Copa do Mundo, garantindo mais agilidade e controle total sobre a logística de viagens da equipe.

Atualmente, embora já utilize voos fretados, o clube ainda depende da disponibilidade das companhias aéreas, o que limita a escolha de horários e, em alguns casos, compromete a melhor programação para atletas e comissão técnica.

Mais autonomia e menos desgaste na rotina rubro-negra

Com o novo modelo em estudo, o Flamengo teria uma aeronave dedicada, permanecendo em solo no Rio de Janeiro até ser acionada exclusivamente pelo clube. Isso permitiria definir com precisão os horários de ida e volta, reduzindo impactos na preparação física e no calendário de jogos.

O presidente do clube destacou que a proposta faz parte de uma estratégia mais ampla de excelência na gestão, especialmente diante de uma temporada considerada intensa após a Copa do Mundo.

Logística avançada e planejamento antecipado

Antes mesmo de fechar o acordo, o Flamengo já promove ajustes internos para melhorar sua operação logística. O clube passou a organizar viagens com maior antecedência e a alinhar os deslocamentos ao calendário de treinos e partidas.

Um exemplo desse planejamento foi a rápida mobilização de um representante para Cusco, no Peru, logo após o sorteio da Libertadores, com o objetivo de estruturar a logística da estreia na competição continental.

Calendário pesado até e depois da Copa do Mundo

A maratona de jogos até a pausa para o Mundial é intensa: serão 18 partidas em cerca de dois meses, com mais de 27 mil quilômetros percorridos entre Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil.

Algumas viagens são especialmente desgastantes, como os deslocamentos para a Colômbia e para o Peru, com longas distâncias e impacto direto na recuperação dos atletas.

Após a Copa do Mundo, a tendência é de ainda mais pressão no calendário, com competições decisivas e menos espaço entre jogos, reforçando a aposta do clube em uma estrutura logística mais independente e eficiente.