Técnico italiano lista os melhores brasileiros que já treinou, mistura gerações e se empolga ao escalar 12 nomes
Madri, Espanha – Carlo Ancelotti não escondeu a admiração pelos brasileiros com quem trabalhou ao longo da carreira. Em entrevista ao jornal Marca, o treinador montou uma verdadeira “Seleção dos sonhos” com jogadores que o marcaram — mas acabou se empolgando: escalou 12 atletas em vez dos tradicionais 11.
A lista reúne ídolos históricos e nomes ainda em atividade, com forte presença de jogadores que passaram pelo Real Madrid, clube onde o italiano construiu parte relevante de sua trajetória vitoriosa.
Mistura de gerações e talento de sobra
Entre os escolhidos, aparecem lendas como Dida, Cafu, Kaká, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo, além de nomes contemporâneos como Vinícius Júnior, Rodrygo, Casemiro, Militão e Thiago Silva.
Para acomodar tantas estrelas, Ancelotti improvisou. Vinícius Júnior e Rodrygo foram recuados para o meio-campo, dando suporte ao ataque, enquanto Casemiro ficou encarregado da proteção defensiva.
Em tom descontraído, o treinador destacou a versatilidade de Rodrygo, afirmando que o atacante poderia atuar em praticamente qualquer posição.
A escalação (com 12 jogadores)

- Goleiro: Dida
- Lateral-direito: Cafu
- Lateral-esquerdo: Marcelo
- Zagueiros: Militão e Thiago Silva
- Volante: Casemiro
- Meias: Kaká, Rodrygo e Vinícius Júnior
- Atacantes: Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo
Convocação real vem aí
A brincadeira acontece na véspera de um compromisso oficial. Ancelotti anuncia nesta segunda-feira, às 15h30 (de Brasília), a lista de convocados da Seleção Brasileira para os amistosos contra França e Croácia, nos Estados Unidos.
Com disputas abertas em praticamente todas as posições, o ataque desponta como o setor mais concorrido, refletindo justamente a abundância de talento ofensivo destacada pelo treinador em sua escalação ideal.
Admiração que atravessa gerações
A “Seleção de Ancelotti” reforça não apenas a qualidade histórica do futebol brasileiro, mas também a forte conexão do técnico italiano com jogadores do país. Entre improvisos e nostalgia, o comandante deixou claro: quando o assunto é talento brasileiro, sempre falta espaço — até mesmo em um time com 12.


