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Com 10 e braçadeira, Vini Jr. decepciona contra a França, mas segue blindado por Ancelotti

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Atuação apagada contrasta com confiança total do treinador, que mantém atacante como peça central para a Copa

Orlando, Estados Unidos – A noite que prometia protagonismo terminou em frustração para Vini Jr. Com a camisa 10 e a braçadeira de capitão em parte do jogo, o atacante teve atuação discreta na derrota do Brasil para a França. Ainda assim, saiu de campo com o respaldo total de Carlo Ancelotti, que reforçou o status de intocável do jogador na Seleção.

Se a expectativa era de um duelo direto com Kylian Mbappé, o confronto acabou evidenciando lados opostos: brilho do francês e dificuldade do brasileiro em impor seu jogo.

Confiança inabalável do treinador

Mesmo diante de uma atuação abaixo, Ancelotti fez questão de proteger seu principal jogador e reforçar a confiança no camisa 10.

— Vini é perigoso. Pode não ter marcado, mas um atacante sempre pode decidir — afirmou o treinador.

A postura do italiano vai além das palavras. Durante a partida, ele promoveu mudanças no setor ofensivo, mas manteve Vini em campo até o fim — um gesto claro de confiança.

Símbolos de protagonismo em campo

A escolha por Vini Jr. como camisa 10 e, em determinado momento, capitão da equipe não foi casual. Os gestos simbolizam o papel que Ancelotti projeta para o atacante: protagonista absoluto no ciclo rumo à Copa do Mundo.

A atuação, no entanto, ficou aquém dessa responsabilidade.

Números refletem atuação apagada

O desempenho do atacante foi marcado por dificuldades técnicas e decisões pouco eficazes. Os números ajudam a ilustrar a atuação:

  • 18 perdas de posse de bola
  • 2 dribles certos em 6 tentativas
  • 2 erros de domínio

Aproveitamento de passes abaixo do ideal

Dados que contrastam com o nível apresentado pelo jogador no Real Madrid e aumentam a cobrança por regularidade na Seleção.

Chance perdida no fim

Mesmo em uma noite pouco inspirada, Vini Jr. teve a oportunidade de mudar o roteiro nos minutos finais. Em jogada construída por Bremer, a bola sobrou livre na área, mas o atacante finalizou para fora e desperdiçou a chance do empate.

Entre cobrança e expectativa

Com oito gols e seis assistências pela Seleção, Vini já reconheceu em outras ocasiões a dificuldade de replicar o desempenho do clube no cenário internacional.

Sob o comando de Ancelotti, a expectativa era de evolução — e ela ainda é aguardada em jogos de maior peso.

Nova oportunidade à vista

A próxima chance de resposta será diante da Croácia, adversário que eliminou o Brasil na Copa do Catar. O amistoso surge como oportunidade imediata para o atacante reafirmar o protagonismo que lhe foi entregue.

Em meio à pressão e às críticas, uma certeza permanece: para Ancelotti, Vini Jr. segue como peça-chave — independentemente da última atuação.